sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Por que é importante ler e ouvir histórias?

Desde pequenas, as crianças se divertem escutando histórias ou observando as ilustrações de um livro. Além de entreter, as histórias infantis também educam as crianças e deve ser um hábito cultivado desde cedo.
Mundos de fantasia
As histórias estimulam a fantasia. Por seu intermédio, as crianças são capazes de imaginar realidades diferentes, conhecer seres pouco convencionais, transgredir os códigos e temas estabelecidos. É importante encorajar seu filho a criar suas próprias aventuras e personagens. Esta prática reforça sua liberdade criativa e sua auto-estima.
O que fazer com os monstros?
Muitos pais evitam contar a seus filhos histórias de monstros, temendo que eles possam ter pesadelos ou fantasias prejudiciais. É importante levar em conta que as histórias ensinam as crianças a estabelecer os limites entre realidade e ficção.A criança que se acostuma a ler histórias de monstros e outros personagens fantásticos aprenderá que estas figuras são imaginárias, que são representações simbólicas de outros temores. Identificando-se com os protagonistas "bons" na luta contra os personagens "maus", ela supera emoções negativas e libera tensões.
Heróis perigosos?
As crianças se identificam naturalmente com os heróis das histórias. Não é preciso temer que elas imitem as ações fantásticas e impraticáveis destes personagens. As crianças costumam compreender que os heróis de ficção não agem na esfera do mundo real, e raramente imitam seus comportamentos além do terreno imaginário de jogos e brincadeiras.Se você pedir a seu filho que invente sua própria história, é muito provável que ela pareça mais distante da realidade que qualquer história infantil.
A função da "moral da história"
Quase todas as histórias tradicionais possuem uma moral, que sintetiza um aspecto da época em que foram escritos, uma visão do que é bom ou ruim.Os tempos mudaram, mas muitas destas histórias continuam sendo muito valiosas. Elas podem servir de ponto de partida para você conversar com seus filhos sobre atitudes negativas, como a inveja, o egoísmo e a agressividade, e outras positivas, como a generosidade, a capacidade de ouvir e o respeito pelos outros.
O cantinho da leitura
Como as histórias nos transportam a um lugar especial, em que a fantasia é a protagonista, uma boa ideia é sugerir a seus filhos que preparem um cantinho da casa destinado à leitura.
O espaço poderá dispor de uma biblioteca para guardar os livros, poltronas ou um tapete sobre o qual poderão ler confortavelmente, e uma mesa com cadeiras para que possam escrever suas próprias histórias, ou ilustrar as que escutam. O cantinho também pode ter uma arara com fantasias, que as crianças poderão vestir para dramatizar as histórias, e um espelho para penteados e maquiagens.
Sugerimos aqui um cartaz, que as crianças podem colorir e colocar na entrada do cantinho de leitura.
FONTE:Site Discovery kids
http://amoremensinar19.blogspot.com.br/2012/07/por-que-e-importante-ler-e-ouvir.html
Como as histórias nos transportam a um lugar especial, em que a fantasia é a protagonista, uma boa ideia é sugerir a seus filhos que preparem um cantinho da casa destinado à leitura.
O espaço poderá dispor de uma biblioteca para guardar os livros, poltronas ou um tapete sobre o qual poderão ler confortavelmente, e uma mesa com cadeiras para que possam escrever suas próprias histórias, ou ilustrar as que escutam. O cantinho também pode ter uma arara com fantasias, que as crianças poderão vestir para dramatizar as histórias, e um espelho para penteados e maquiagens.
Sugerimos aqui um cartaz, que as crianças podem colorir e colocar na entrada do cantinho de leitura.
FONTE:Site Discovery kids
http://amoremensinar19.blogspot.com.br/2012/07/por-que-e-importante-ler-e-ouvir.html
quarta-feira, 24 de outubro de 2012
Aprendizagem na escola
A educação — preparação de cada ser humano para a vida
social — acontece na família, no grupo social mais amplo, na escola, no
trabalho. Cada um desses espaços realiza predominantemente um aspecto da
formação do indivíduo.
A escola deve responder pelo acesso ao conhecimento que se
considera necessário à inserção social, para que os mais jovens se apropriem das
conquistas das gerações precedentes e se preparem para novas conquistas. Faz
isso através da seleção e organização de situações planejadas especialmente para
promover a aprendizagem dos conteúdos que são culturalmente valorizados pela
sociedade em que ela se insere.
O trabalho escolar pode assumir formas diversas, de acordo com
as diferentes maneiras de se entender a função da escola, o papel do indivíduo
na sociedade e o próprio processo de ensino e aprendizagem.
Isso pode ser percebido na postura que o professor assume em
sala de aula, às vezes numa simples fala: “Dar aula para esses meninos dá gosto.
Eles são quietos e educados. Não ficam me interrompendo com perguntas. Aluno tem
mesmo é que ficar escutando, prestando atenção”.
A fala desse
professor reflete velhas concepções de aprendizagem, do papel da escola e do ser
humano na sociedade. Ainda hoje, é possível encontrar professores que expressam
uma visão autoritária sobre a escola.
fonte: http://www.construirnoticias.com.br/asp/materia.asp?id=1248
Qual o Papel do Professor no Processo Ensino Aprendizagem?
A agilidade da
evolução histórica da humanidade, a globalização e o surgimento de tecnologias
cada vez mais avançadas contribui para que ocorram mudanças, também, na
Educação.
A interação
professor - aluno vem se tornando muito mais dinâmica nos últimos anos.
O professor tem
deixado de ser um mero transmissor de conhecimentos para cada vez mais ser mais
um orientador, um estimulador de todos os processos que levam os alunos a
construírem seus conceitos, valores, atitudes e habilidades que lhes permitam
crescer como pessoas, como cidadãos e futuros trabalhadores, desempenhando uma
influência verdadeiramente construtiva (BOLANDIM, 2006).
No processo de
aprendizagem as dimensões afetivas e cognitivas são inseparáveis, pois
incorpora maneiras de pensar, sentir e agir que constituem o sujeito. O ideal é
que as instituições escolares sociabilizem as novas gerações para sua inserção
nos padrões sociais para garantir ferramentas da cultura através da promoção de
relações harmoniosas e carregadas de valores e princípios (FRANCO, 2012).
Conforme Gadotti
(1998), o conhecimento e desempenho eficaz da atividade pedagógica não requerer
apenas o domínio de conteúdos e dos métodos e rotinas de trabalho essenciais ao
professor, mas também o potencial de criatividade do educador. O processo de
estímulo à criatividade do docente assume então grande dimensão, envolvendo a
complexidade da personalidade do professor, no que diz respeito a seus recursos
e potencialidades, aplicados no ato pedagógico.
O professor atua
como influência direta no aluno em sua disposição em aprender e a forma como
recebe os conteúdos trabalhados.
O professor deve
buscar além de todo o seu arcabouço de domínio do conteúdo entender a amplitude
de seu trabalho educativo. Observando a si, olhando para o mundo, reobservando
a si e sugerindo ao aluno direções no aprendizado. Dessa forma o
professor encoraja o aluno a se aventurar no mundo do conhecimento
e das relações entre os outros humanos. (FRANCO, 2012)
A fluidez e
flexibilidade do pensar pedagógico dependem da capacidade do educador de
examinar e avaliar o problema que se apresenta, sob os vários aspectos que o
compare. Ampliando o conjunto de enfoques, de pontos de vista e de dados sobre
um problema e sobre problemas análogos, o pensamento do docente tornar-se-á mais
flexível e maiores serão suas possibilidades de enfocar um problema sob um novo
prisma, e assim buscar soluções criativas para o mesmo. (BOLANDIM, 2006)
Drucker (apud
Cunha 1993), tem uma visão prospectiva do papel do professor fazendo a seguinte
afirmação: "O professor será cada vez mais um supervisor e um mentor -
talvez se aproximando bastante do que ele era na universidade medieval vários
século atrás. O trabalho do professor será ajudar, orientar, servir de exemplo,
incentivar. É bem possível que o seu trabalho deixe de ser primordialmente
transmitir a matéria em si":
É preciso que os
alunos encontrem sentido no que fazem na sala de aula, eles necessitam
sentirem-se incluídos nesse processo, valorizados os seus saberes e importante
como contribuinte. O docente deve oferecer atividades significativas,
desafiadoras, contextualizadas, levando em conta os conhecimentos prévios dos
educandos e incentivando para o desenvolvimento do seu potencial. Dessa forma o
professor resgata a auto-estima, facilita e promove a admissão de todos os
alunos no mundo letrado, do conhecimento. (BOLANDIM, 2006)
Para desempenhar
adequadamente esse importante papel, o professor, deve se adequar ao maior
número de meios e linguagens para mediar o conhecimento a fim de melhorar a aprendizagem.
Sua postura deve ser diante de procurar uma forma melhor de exercer o seu
trabalho, proporcionando ao aluno percepções positivas de sim mesmo promovendo
a interação dos alunos em grupo.
fonte: Tamaris Fontanella
http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/qual-o-papel-do-professor-no-processo-ensino-aprendizagem-6262343.html
A LITERATURA INFANTIL: ENTRE O REAL E O IMAGINÁRIO
Contar história
é uma arte milenar, mas o que muitos não sabem é sua contribuição no
desenvolvimento das crianças. Os estudos de Vygotsky demonstram que a criança
aprende pela interação social. Para ele, o desenvolvimento da criança é produto
de instituições sociais e sistemas educacionais, como a família, escola, igreja
que ajudam a construir o próprio pensamento e descobrir o significado da ação
do outro e da própria ação. Sobre a interação social REGO expõe que:
É por essa razão
que Vygotsky afirma que os processos de funcionamento mental do homem são
favorecidos pela cultura, através da mediação simbólica. A partir de sua
inserção num dado contexto cultural, de sua interação com os membros de seu
grupo e de sua participação em práticas sociais historicamente construídas, a
criança incorpora ativamente as formas de comportamento já consolidada na
experiência humana. (2007, p.55)
No entanto, o
nível de desenvolvimento potencial é definido pelo nível em que a criança
alcança sucesso numa tarefa com a ajuda de outros mais experientes (pai,
professor, colega). "A distância entre aquilo que ela é capaz de fazer de
forma autônoma (nível de desenvolvimento real) e aquilo que ela realiza em
colaboração com outros elementos de seu grupo social (nível de desenvolvimento
potencial) caracteriza" o que Vygotsky denomina de zona de desenvolvimento
proximal. (REGO, 2007, p.73). Por isso, a proposta do termo zona de
desenvolvimento proximal (ZDP) em sua teoria, é aquela em que a escola deve
atuar. É no mesmo espaço que o professor, agente mediador (por meio da
linguagem, material cultural), intervém e auxilia na construção e elaboração de
estratégias pedagógicas no desenvolvimento do aluno.
Ainda assim
podemos ver o sentido atribuído à literatura infantil (estimular o exercício da
mente, despertar a criatividade...). O que importa, entretanto, é ver que o
livro pode ser um objeto para que a criança reflita sua própria condição
pessoal (e a imagem projetada nela pelo adulto) e a sociedade em que vive.
A literatura
infantil pode ser um elemento facilitador para uma instigação de sentidos que
auxilie no desenvolvimento emocional e cognitivo da criança. A ludicidade
presente nessa literatura pode quebrar de imediato alguns obstáculos que
impedem a aprendizagem.
Para crianças
não-alfabetizadas, o professor é o elo ao mundo da fantasia e isso poderá ser
usada como estratégia para motivar as atividades de leitura e interpretação,
pois a literatura infantil contribui em vários aspectos da educação do aluno
como afetividade, compreensão e inteligência. É comum perceber que a literatura
infantil não é um campo de estudo explorado e na maioria das vezes é usada na
escola sem nenhuma relação com o ensino, pois não é reconhecida com estimulador
cognitivo e pedagógico para o desenvolvimento infantil e não é entendido como
atividade da leitura enquanto postura reflexiva.
Quando se conta
uma historia, começa-se abrir espaço para o pensamento mágico. A palavra, com
seu poder de evocar imagens, vai instaurando uma ordem mágico poética, que
resulta do gesto sonoro e do gesto corporal, em balados por uma emissão
emocional, capaz de levar o ouvinte uma suspensão temporal. Não é mais o tempo
cronológico que interessa e, sim, o tempo afetivo. É ele o elo da
comunicação. (SISTO, 2005, p. 28)
Quando o
contador se coloca como veículo do texto e faz uso somente da voz para dar-lhe
vida, o ouvinte tem a possibilidade de, através de suas próprias imagens
mentais, atuar como co-criador, segundo a estética da recepção, preenchendo as
lacunas do texto através de configurações, representações, que lhe são
próprias, implicando-se no texto e, dessa forma, participando do ato de
leitura, pois ouvir contos é uma forma de ler.
Ao lidar com a
literatura infantil em sala de aula, o professor estabelece a relação dialógica
com o aluno, com sua cultura e com sua realidade quando, para além de contar ou
ler a história (informar os alunos sobre ela), cria condições para que eles
lidem com a história a partir de seus pontos de vista, trocando impressões
sobre ela, assumindo posições e personagens, criando novas situações através
das quais eles vão descobrindo a história original.
A
linguagem constante na literatura infantil, auxilia o educador a levar a
criança a reconstruir (construir um novo ponto de vista) das percepções de
objeto, espaço e tempo. As histórias mostram à criança que as pessoas são
diferentes e que cabe a nós fazermos nossa opção de vida. Ensinam a enfrentar
os problemas acreditando na vitória do bem: o obstáculo enfrentado e vencido
nos fortalece para enfrentarmos novos obstáculos. Ajudam a criança a abandonar
sua condição de dependência infantil e a crescer com mais confiança interior.
Sabemos que a história desperta a curiosidade para prender a atenção da
criança. Mas, mais que isso, ela estimula a imaginação e trabalha as emoções
para poder enriquecer a vida.
Fonte:Elma Dourado
Nery e Francisco Cleiton Alves
http://www.artigonal.com/educacao-infantil-artigos/a-literatura-infantil-entre-o-real-e-o-imaginario-5929761.html
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Escola
Escola é...
O lugar onde se faz amigos
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é, sobretudo, gente,
Gente que trabalha, que estuda,
Que se alegra, se conhece, se estima.
O diretor é gente,
O coordenador é gente, o professor é gente,
O aluno é gente.
Cada funcionário é gente.
A a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um
Se comporte como colega, amigo, irmão.
Nada de “ilha cercada de gente por todos os lados”.
Nada de conviver com as pessoas e depois descobrir
Que não tem amizade a ninguém
Nada de ser como o tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.
Importante na escola não é só estudar, não é só
Trabalhar,
E também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se “amarrar nela”!
Ora, é lógico...
Numa escola assim vai ser fácil
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se,
Ser feliz.
Paulo Freire
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